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03 Dez 2018 22h56

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O brilho do Verdão

Palmeiras, o campeão indiscutível. Indiscutível também é o equilíbrio do Brasileirão comparado aos europeus, confira! E meu América-MG fez por merecer a queda. Presidente em partida de futebol? Não!

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Foto: Divulgação

A temporada de 2018 do futebol brasileiro chega ao seu final com um legítimo, merecido e indiscutível Campeão Brasileiro: o Palmeiras.

 

Foi o melhor em todos os quesitos.

 

É bem verdade que seu sucesso foi erguido na segunda metade do Brasileirão, após a contratação de Luiz Felipe Scolari.

 

Foi ele, o Felipão, que soube tirar de cada jogador, de cada talento, de cada abnegado tudo o que ele tinha para dar.

 

E convenhamos, com o excelente elenco que formou, havia muito o que tirar, o que aflorar.

 

Mas, exatamente pelo peso e valor de seu elenco, a temporada não foi assim tão brilhante para o Verdão.

 

Dos título que disputou, venceu apenas o Brasileirão.

 

Perdeu o Paulistão.

 

Perdeu a Copa do Brasil.

 

Perdeu a Libertadores.

 

Não que o Brasileirão seja um título menor, mera compensação.

 

Pelo contrário.

 

O Campeonato Brasileiro é o mais difícil campeonato nacional do Mundo. Vejamos a competitividade alguns dos mais badalados campeonatos do mundo.

 

Espanha – Nas últimas 10 edições do Campeonato Espanhol, conhecido também como La Liga e apontado como o segundo mais rico do mundo (o primeiro é a Inglaterra), nas últimas 10 edições, repito, nove ficaram com Barcelona e Real Madrid.

 

Inglaterra – Mais rico e com a excelente média de público de 38 297 pagantes por jogo (atrás apenas do futebol alemão com 44.646 pagantes), a Premier Liga é disputada por 20 times e, nos últimos 10 anos, teve como campeões o Manchester City ( 3 Vezes); o Chelsea (2 vezes); o Manchester United (4 vezes); e uma vez o Leisceter, tremenda zebra em 2015-16 quando conquistou o título pela primeira vez em 134 anos de história.

 

Alemanha – A Bundesliga é disputada por 18 times. Nos últimos 10 anos, os campeões foram: Bayern de Munique (7 Vezes); Wolfsburg (2 vezes); Borussia Dortmund (1 vez).

 

Itália – O campeoant italiano já foi o mais famoso e mais charmoso da Europa. Atualmente, tomando-se por base essas qualidades, o calcio fica atrás da Inglaterra, Alemanha e Espanha.

 

A Série A italiana teve os seguintes campeões nos últimos dez anos: Juventus ( 6 vezes); Milan (1 vez); Internazionale (2 vezes).

 

Ou seja, nos principais centros europeus, os favoritos e vencedores estão sempre entre dois ou, no máximo, três times.

 

Já no Brasil a história é outra. Nos últimos 10 anos, o Brasileirão teve os seguintes campeões: Flamengo (1 vez); Fluminense (2 vezes); Corinthians (3 vezes); Cruzeiro (2 vezes); Palmeiras (2 vezes).

 

A variedade de campeões no Brasileirão é bem maior.

 

Além disso, a quantida daqueles que têm chance de vencer, além dos acima já citados, é bem grande. Pode-se acrescentar: Grêmio, Internacional, Botafogo, Vasco, São Paulo...

 

Ou seja, ao começar o Brasileirão, pelo menos 10 times têm chance de ser se sagrar campeão.

 

Por isso, o Brasileirão não pdoe ser apontado como simples título de compensação.

 

É, sem dúvida alguma, um grande título, uma grande conquista.

 

E, para o an que vem, o Palmeiras já sai na frente como favorito núemro 1, já que manterá o seu plantel (que ainda pode ser reforçado), seu técnico, seu corpo diretivo.

 

E o que é muito importante: o forte patrocinador.

 

Tragédia

Já anunciada.

 

Ao final da temporada passada, algums companheiros de time, torcedores do América, não entenderam muito bem o meu ceticismo quanto à conquista do título do Brasileirão da Série B e a consequente volta à Série A.

 

Eu tinha sérias e bem fundadas dúvidas: estaria o Coelho preparado para enfrentar a forte Série A? A pergunta não me saía da cabeça.

 

E o resultado final do Brasileirão responde: não, não estava.

 

Assim, o América volta à Série B.

 

E enquanto não possuir forte estrutura, seu destino será este mesmo: bate e volta.

 

Lamentável.

 

Que seja

só coincidência

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro foi pestigiar a festa do seu time, o Palmeiras. Não resistiu e, como bom torcedor, foi participar da entrega das medalhas, levantou a Taça e até deu volta olímpica.

 

O último presidente da república que foi visto com constância em estádiod e futebol foi o ditador Garrastazu Médici, sempre com radinho de pilha colado ao ouvido.

 

Que a semelhança pare por aí.

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